terça-feira, 28 de julho de 2009

o libertino.
















"Permitam-me ser franco neste começo: vocês não vão gostar de mim.
Os cavalheiros terão inveja; as senhores, nojo.
Vocês não vão gostar de mim agora... e passarão a gostar menos com o tempo.
Senhoras, um aviso: quero transar. O tempo todo.
Não estou me gabando nem opinando, é apenas uma contatação médica: eu sou promíscuo.
E vocês me verão sendo promíscuo e irão suspirar.
Não façam isso.
É melhor, pra vocês, ver e tirar suas conclusões de longe... do que eu enfiar meu pênis dentro de sua saia.
Cavalheiros, não se desesperem.
Também sou promíscuo com vocês e vale a mesma advertência.
Controlem a suas ereções até eu acabar de falar.
Mas, mais tarde, quando transarem, e mais tarde vocês vão transar... esperarei isso de vocês e saberei, se me decepcionarem... eu quero que transem... com minha imagem em miniatura rastejando em suas gônadas.
Sintam como era pra mim, como é pra mim... e pensem: "Este tremor foi o mesmo tremor que ele sentiu? Ele conheceu algo mais profundo? Ou existe alguma parede de miséria na qual todos batemos a cabeça... naquele momento luminoso e eterno?"
É isso. Esse foi meu prólogo.
Nada rimado... nada de falsa modéstia. Espero que não queiram isso.
Sou John Wilmot, o segundo Conde de Rochester... e não quero que vocês gostem de mim."

John Wilmot - O Libertino.

tão promíscuo, sujo e clássico.

[não consegui colocar o video aqui u_u]

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